Pré-candidatura de Requião encoraja Haddad em São Paulo; assista

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Se o ex-senador Roberto Requião (MDB) irá disputar a Prefeitura de Curitiba, por que o ex-prefeito Fernando Haddad (PT), também um quadro político nacional, não pode disputar a Prefeitura de São Paulo?

A pergunta acima era feita na manhã deste sábado (8) entre militantes petistas na reunião ampliada da direção municipal de Curitiba.

O anúncio da pré-candidatura de Requião, nesta sexta-feira (7), mexeu com os cenários locais e nacional com vistas às eleições municipais em todo o País.

O PT estava relutante em apresentar seus principais nomes para a disputa de outubro próximo, mas com a iniciativa do emedebista, que é do mesmo campo progressista, abriu-se a “porteira” para que quadros da envergadura de Haddad entre na briga de 2020.

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O cenário pré-eleitoral na capital paraense vinha num ambiente modorrento até ontem, mas a descida de Requião do “muro” bagunçou a vida dos demais pré-candidatos.

O prefeito Rafael Greca (DEM), que tentará a reeleição, ainda tem problemas adicionais para resolver. A centro-direita, a qual ele pertence, apresentará outras duas candidaturas: Fernando Francischini (PSL) e Ney Leprevsot (PSD). Os três são do campo bolsonarista.

O Blog do Esmael apurou que o almoço de ontem entre Requião e Murilo Hidalgo, dono da Paraná Pesquisas, era para este apresentar uma sondagem sobre a corrida pelo Palácio 29 de Março (sede do executivo municipal).

Hidalgo mostrou que Roberto Requião está em segundo lugar na disputa pela Prefeitura de Curitiba, mesmo sem nunca ter admitido antes [em público] que entraria na peleja eleitoral deste ano.